Amargura a dor de seus erros, e como pena
de morte lhe vêm as recordações. Seca os prantos que desenham em seu rosto
riachos, lamenta por ter feito da oportunidade escracho para si próprio.
Condenado é pela alma e como tortura uma dor carregada de angústia. Quem dera
se o tempo fosse flexível, passível de mudanças. E o relógio que nunca para tem um pêndulo que oscila entre a angústia e o desespero, e o sinal do meio dia é
como a lembrança repentina do que te fez arrependido. (Dario Junior)
Nenhum comentário:
Postar um comentário